
Durante o carnaval, nossos doutores palhaços viram um bloquinho itinerante. Em vez da avenida, o trajeto passa por hospitais e casas geriátricas — exatamente onde estão as pessoas que ficaram de fora da festa.
Marchinhas, instrumentos, máscaras, colares e chapéus transformam corredores e quartos em salão. Muita gente que não levanta da cama canta a marchinha inteira de cor: a música chega onde outras coisas já não chegam.
É festa com propósito: resgate de memória, quebra do isolamento e bem-estar emocional em um período do ano em que a solidão pesa ainda mais.
O que o bloquinho leva
Marchinhas de sempre
Repertório escolhido para acionar memória afetiva de cada geração.
Adereços para todos
Máscaras, colares e chapéus — quem recebe também entra na festa.
Instrumentos ao vivo
Música tocada na hora, no volume que aquele ambiente permite.
Roteiro itinerante
Vários leitos e salas no mesmo dia, respeitando a rotina do local.
Ajude o bloquinho a chegar em mais lugares no próximo carnaval.
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